Pesquisar este blog

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

como montar uma lan em empresas de engenharia

O intenso avanço tecnológico das últimas décadas e  a crescente necessidade de
comunicação rápida e eficiente levou ao surgimento  da comunicação digital. Do
requisito de mobilidade surgiram as redes digitais  sem fio. Paralelamente a este
avanço, muitas empresas perceberam que a necessidade de agilidade e flexibilidade
exigida pelos mercados mundiais pode ser mais bem atendida quando sua estrutura
de comunicação é também ágil e flexível. Deste modo, muitas empresas de
inúmeros setores têm adotado a comunicação digital sem fio em várias situações. 
Rigorosamente falando, uma rede sem fio (do inglês  wireless) é um arranjo de
comunicação onde os agentes desta comunicação conseguem trocar informações
sem a necessidade de serem ligados por fios. Por exemplo, estas estruturas de
comunicação podem se utilizar, como meio de comunicação, do ultra-som,
infravermelho, das ondas eletromagnéticas etc., para trafegar a informação. Outro
fator que aumenta a multiplicidade das redes sem fio é que estas informações
podem estar codificadas utilizando um formato digital ou analógico. Há ainda vários
tipos e níveis de protocolos de comunicação utilizados pelos agentes desta
comunicação. 
As antenas são projetadas com cuidado para que uma freqüência particular irrad
receba o sinal de rádio. Sem antenas os dispositivos sem fios gerariam um sina
com freqüência tão baixa que não conseguiriam transmitir os sinais medidos.
 Repetidores de redes  são usados para interligar sub-redes idênticas, produzindo
basicamente o efeito de uma simples extensão. Eles atuam somente a nível físico,
recebendo dados de uma sub-rede, reforçando sinais elétricos e retransmitindo na
outra sub-rede. Roteadores são elementos operando ao nível de redes, que se utilizam do
endereçamento definido a este nível para transferência e rotear as mensagens de
uma rede a outra. Gateways são os elementos de interconexão de concepção mais complexas. Um
Gateway, ou porta de ligação, é uma máquina intermediária geralmente destinada a 
interligar redes, separar domínios de colisão, ou mesmo traduzir protocolos. A sua
importância no que diz respeito às necessidades de  interconexão é o fato de que
nem todas as redes de comunicação implantadas utilizam o mesmo padrão, temos
caso de “redes proprietárias” e “padrões de fato”.

Os concentradores podem ser passivos (HUB´s) normalmente não tem inteligência
local e atuam como emuladores de barramento. Cada conector do HUB para um nó
de rede está isolado galvanicamente de modo que a abertura de uma das linhas não
afetam as demais.
 • Operador Móvel – a possibilidade de dar suporte a um operador de campo munido
de um  palmtop  que está comunicando de volta para um sistema central,
normalmente através de WiFi.

• Rede de Sensores – transmissores de campo – tipo pressão e temperatura – que
estão instalados no campo e comunicam de volta para um sistema central,
atualmente através de esquemas proprietários.

• Monitores de Equipamentos – do tipo monitor de compressor através de análise
de variáveis do tipo vibração – que podem tanto comunicar via WiFi quanto através
da mesma rede proprietária dos sensores, caso em que seria uma extensão da
mesma.
 O que se pode observar é que houve uma grande evolução nas redes wireless no
médio prazo. Essa evolução possibilitou e alavancou o uso da tecnologia nas
indústrias. 

Nenhum comentário:

Postar um comentário